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Doze milhões de equatorianos devem votar, no dia 20 de agosto, para escolher um novo presidente da República e para renovar o Congresso do país. A eleição vai ocorrer em um momento complicado para o Equador. O presidente que sai, Guilherme Lasso, só não sofreu impeachment porque dissolveu o Congresso e antecipou as eleições gerais.
No último dia 9, a 11 dias do pleito, Fernando Villavicencio, um dos candidatos a presidente, foi assassinado a tiros. Uma facção de narcotraficantes assumiu o atentado.
Para complicar ainda mais, o Equador vive uma onda de violência que extrapola as eleições. O país viu as taxas de assassinato explodirem nos últimos anos depois que grupos de narcotraficantes nacionais se articularam com os cartéis colombianos e mexicanos.
A favorita nas eleições presidenciais é Luisa González, do partido Revolução Cidadã, o mesmo do ex-presidente Rafael Correa.
E esse é o assunto do programa Direito sem Fronteiras desta semana. O jornalista Guilherme Menezes conversa com Estela Vieira – mestra em Constitucionalismo e Democracia e doutora em Direito Internacional – e também com João Ricardo Viegas – doutor em Ciência Política e especialista em Relações Internacionais.
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