Museu Convida: Consciência e visibilidade

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No dia 16 de julho, o Museu da Justiça promoveu a roda de conversa "Consciência e visibilidade", que abordou sobre como a Cidade do Rio de Janeiro, capital imperial durante o século XIX, acolheu numerosos viajantes que chegaram às terras tropicais por diversos motivos. O conflito cultural foi inevitável: do fascínio da paisagem ao horror de encontrar escravizados por toda parte. Sendo o país que mais recebeu escravizados, a sociedade do século XIX também era composta por intelectuais que lutavam pela abolição da escravidão. No cotidiano, eram comuns as revoltas daquelas pessoas que viviam diariamente as consequências de uma sociedade escravista.

O evento contou com abertura da Desembargadora Patricia Ribeiro Serra Vieira, vice-presidente dos Comitês de Promoção da Igualdade de Gênero e de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação (COGEN-1º GRAU e COGEN-2º GRAU) e teve as participações de Tatiana Lima Brandão, servidora do TJRJ e historiadora, e de Maximiliano de Souza, museólogo e Mestre em Educação pela UNIRIO. A roda de conversa foi mediada por Tayná Louise de Maria, historiadora e Mestre em História Comparada.

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro{authorlink}

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