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O STF retoma hoje o julgamento de um recurso do Google que trata da quebra de sigilo telemático de um grupo indeterminado de pessoas. O caso trata de indivíduos que fizeram pesquisas relacionadas à vereadora Marielle Franco e à agenda dela nos quatro dias antes do assassinato, em 2018. Até agora, há o voto da então relatora, a ministra aposentada Rosa Weber, a favor do Google.
Em Manaus, uma loja vai indenizar uma vendedora vítima de piadas por causa da orientação sexual. De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho, ela era chamada por termos ofensivos pelo gerente e pelo dono da empresa. O relator na Sexta Turma, ministro Augusto César, afirmou que a Justiça do Trabalho não pode normalizar condutas abusivas praticadas pelos empregadores contra suas empregadas.
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