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O MPF, a DPE de Minas Gerais e o MPMG, instituições que fiscalizam a execução do acordo judicial de reparação dos danos coletivos do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho, divulgaram uma proposta básica para a gestão dos R$ 3 bilhões que serão destinados para projetos comunitários e a linhas de crédito e microcrédito para as pessoas atingidas pelo desastre.
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