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A polícia da Pensilvânia, nos Estados Unidos, acredita que o brasileiro Danilo Cavalcanti fugiu de uma penitenciária do Condado de Chester, no fim de agosto, por puro desespero, por medo de encarar a prisão perpétua. Danilo foi condenado por matar uma ex-namorada a facadas. Ele passou duas semanas tentando se esconder, mas foi capturado no último dia 13 e enviado para uma penitenciária de segurança máxima.
O brasileiro é um dos 203 mil condenados à prisão perpétua nos Estados Unidos. Em todo o mundo, são mais de meio milhão de pessoas. Essa pena é aplicada em 183 países. Já a pena de morte é usada em 18 países. A última estatística, feita em 2021, indica a execução de 579 pessoas ao longo do ano. No Brasil, tanto a pena de morte quanto a prisão perpétua são proibidas.
E é justamente sobre essas penas duras e longas que o Direito sem Fronteiras fala nesta semana. O jornalista Guilherme Menezes conversa com Geovane Moraes – professor e especialista em Direito Penal e Processo Penal – e com Ana Carolina Colombaroli – professora e mestra em Direito Internacional.
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