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A Justiça do Trabalho determinou que a família de um gerente assassinado numa fazenda no Paraguai deve ser indenizada. O homem tinha sido contratado em Londrina, no Paraná, mas trabalhava no país vizinho. Ele foi morto a golpes de faca por um tratorista demitido dois dias antes. De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho, a viúva e os filhos vão receber, cada um, R$ 100 mil, além de uma pensão mensal.
E o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região manteve a demissão por justa causa de um trabalhador que aderiu à chamada "greve selvagem". Segundo o TRT a empresa explicou que o homem abandonou emprego ao se ausentar por mais de 30 dias. De acordo com a Corte, para ser legítima, a paralisação deve seguir critérios, como aviso prévio e apoio do sindicato.
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