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Supremo Tribunal Federal referenda homologação do acordo para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). O acordo, firmado no último dia 25, destina R$ 170 bilhões para ações de reparação e compensação. A tragédia no estado mineiro aconteceu em 2015 e deixou 19 pessoas mortas.
Os tribunais de Justiça do país têm até 2030 para zerar a emissão de carbono. Para alcançar o objetivo, as cortes podem, por exemplo, trocar lâmpadas fluorescentes por LED, implantar sistemas fotovoltaicos e elaborar projetos de reflorestamento O presidente do CNJ e do STF, ministro Luís Roberto Barroso, disse que a urgência em atingir o objetivo em seis anos se justifica pelos recentes eventos climáticos que atingiram o Brasil e o mundo.
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