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A empresa de telefonia Claro foi condenada a indenizar uma mulher trans em R$ 10 mil por continuar identificando a cliente como uma pessoa do gênero masculino, mesmo ela já tendo pedido para alterar o cadastro com o nome social. A decisão é do TJRS.
Em Goiás, a gerente da filial de uma empresa administradora de cartões de crédito será indenizada em R$ 3 mil por ter sofrido discriminação homofóbica no ambiente de trabalho por parte de uma chefe.
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